quinta-feira, 1 de março de 2012

AS BACTÉRIAS PODES SER MAIS PREJUDICIAIS DO SE IMAGINA

Qua, 20 de Outubro de 2010 17:20
UBERLÂNDIA, TRIÂNGULO MINEIRO – As bactérias são micro-organismos presentes nos ambientes e são encontradas de forma isoladas ou em colônias. O contatágio com elas pode causar infecções e doenças.
Fernando Flávio, mais conhecido como Dudu Deludi, ficou em coma por 17 dias devido uma infecção no coração causada por uma bactéria, não resistiu e morreu aos 26 anos.
“O médico pediu um eletrocardiograma e o exame apontou a bactéria endocardite, que foi devastadora”, relembra Adilza Rodrigues, mãe de Fernando.
Nos últimos dias, a imprensa nacional está alertando a população sobre a bacteria KPC. Segundo especialistas, esta bactéria é considerada perigosa, já que é muito resistente a ação dos antibióticos. Das pessoas que contraem a bactéria, metade dos pacientes não sobrevive e, em todo o país, 15 pessoas já morreram.
Para o infectologista, Túlio Alvarenga Silvestre, a KPC ataca pacientes em estado de saúde muito debilitado. “Geralmente elas ocorrem em pessoas que ficam muito tempo internadas e que são submetidas a procedimentos invasivos, principalmente os pacientes de terapia intensiva”, explica o infectologista.
Redação Uipi! / Hismênia Keller
Imagens: Tv Vitoriosa

RENATO, VALEU O TEU AMOR

Duas doses com Deludi
30/11/2009 - Renato Cabral.

Quando você conta uma mentira com tanta força, ela se torna inevitável, mais real que o fato. Quando você acredita na sua ficção com tanta paixão, ela se torna inexorável, mais legal que a vida. É por isso que alguns se tornam lendas e outros apenas têm apelidos, no máximo sobrenomes. Hoje morreu uma forma de brincar com a existência, de curti-la como poucos. Hoje morreu Dudu Deludi.

Acabei de deixar seu velório. Vim mais cedo pra poder escrevê-lo. Não quero ver o caixão ser entregue à terra. Isso, amigos, já foi feito antes mesmo de nascermos. Vim pra poder reler o que escrevi pra ele no seu Orkut, na sua lápide agora:

“Deixa que eu falo. Dudu Deludi, o cara de mil cabeças. O cara de mil cabelos. O cara de mil idéias. O cara de mil tatuagens. O cara que te vende a ideia antes de criá-la. O cara do front e das ordens, das ilusões e das tempestades. O Deludi não faz marketing ele é o marketing. O cara que tocou no casamento de Chuck Norris e beliscou a bunda de sua noiva. O cara dos fakes e das verdades. Teve um dia que o Deludi, ah… esquece, você não ia acreditar mesmo. O Deludi esteve lá e voltou pra nos dizer como é. Muita coisa é mentira, mas o que no Deludi não é um grande show? Você não precisa acreditar, irmão, o Deludi é como o pastor e o messias, o santo e o demônio, não importa se é verdade ou não, o que vale é botar fé e ver no que vai dar.”

Doente, ele me pediu pra ir visitá-lo no hospital. Não fui. Hospital não é lugar para se visitar gente viva.

Era carnívoro e comia vegetais. Usou todas as drogas e continuou são. Gostava de tatuar o nome das amadas na pele. Depois cobria os desamores com alguma bobagem qualquer. Os amores que passam são assim, se tampam com um desenho de lagarto. Ligado aos 220V, dava choque na gente com sua habilidade de ir a todos os palácios e templos sem sair do lugar. Eu, que sempre falo muito, adorava ficar calado e lê-lo, ouvi-lo. Adorava suas contradições, suas histórias fantásticas, seu jeito indiscreto de dizer que iria conquistar o mundo. Ganhou minha atenção e as lágrimas de muitos que beiravam seu caixão. Eu sorria, olhando para sua caricatura. Ele gostava de sorrisos e de fazer rir. Suas farsas, suas máscaras me mostravam as delícias que um cérebro criativo e ousado pode criar. Por isso, sempre o respeitei.

Na última vez que o vi, estávamos Barão, ele e eu sentados tomando uma última cerveja. Ao ser questionado sobre o que faria com a Sheila Carvalho numa ilha deserta, ele riu e disse que seu coração não aguentaria. Como numa estranha ironia, seu coração parou hoje. Porque é assim mesmo a vida. Como numa metáfora idiota, a vida é esta Sheila Carvalho que ora nos faz gozar e ora faz nosso coração parar de babar e bater. Perdemos mais um do curral, perdemos mais um pouco hoje.

Que ironia. Pra quem viveu como um anárquico a vida inteira, morreu como um romântico: jovem, embriagado com a própria existência. Não teremos essa chance, infelizmente.

Acabo estas linhas e vou para o lançamento do meu último curta metragem. Um filme que medita sobre o tempo, sobre a morte, sobre os que ainda estão pairando por aqui, como os pardos na noite, como os cadáveres adiados, como os condenados na multidão. O título: Ainda Aqui. Para nós, os que ainda estão no curral, duas doses. Vamos precisar.

Por Renato Cabral

domingo, 27 de março de 2011

SERÁ QUE PRECISAMOS CONVIVER COM RIVALIDADE



DEVEMOS POIS, ENTÃO REALIZAR GESTOS DE GRANDEZA MORAL, ASSIM COMO O PERDÃO E A HUMILDADE ENSINADOS POR JESUS.

DESCANSE EM PAZ MEU FILHO

quinta-feira, 3 de março de 2011

Ai que saudades!!!

Hoje me lembrei de você, com muita saudade.
É, não tem sido fácil...
A presença em meu coração de lembranças tão fortes,simplesmente não permite que eu tenha paz.
Ainda eu não consigo conformar-me com a tua falta.
Não quero pensar em causas,nem nos motivos que levaram você de mim.Pensar nisto, é talvez tentar medir a dimensão de minha saudade e isto é impossível.
Deus teve seus motivos para levar você de nós e outros para nos deixar aqui.
Penso então que ele tem suas razões.

Olha, tenho tentado contabilizar as perdas.
O que ele tirou de mim e levou embora?Qual a parte de mim, que ele escolheu para machucar com tanta saudade?
Realmente não sei.
O tempo talvez responda, o tempo talvez cure,
O tempo talvez acalme meu coração...
Tudo o que sei é que...

Sinto saudades de você...


By Flávinha Deludi

domingo, 27 de fevereiro de 2011

15 meses sem o teu sorriso



ESTE SORRISO NOS AGRACIOU POR 26 ANOS, O QUE NOS ACALENTA AGORA SÃO AS LEMBRANÇAS DE TUAS PERIPÉCIAS, SEMPRE BEM ARQUITETADAS.

TUA IRREVERÊNCIA, SEMPRE FOI A CURIOSIDADE NATA E ESPONTÂNEA, FELIZ DAQUELE QUE A TEM.

FIQUE COM DEUS